Como resolver a insolvência singular?

O elevado sobreendividamento dos portugueses nesta altura de crise tem sido um dos naturais factores responsáveis pelo aumento considerável dos casos de insolvência singular. Os tribunais nacionais recebem cada vez mais processos com ordem de seguimento, o que tem feito subir em flecha os pedidos de informação urgente sobre como solucionar este problema de finanças pessoais. Nos trâmites legais, a insolvência é entendida como um estado em que um devedor já não possui poder económico ou bens em seu nome para saldar a importância monetária não entregue. Como consequência, aqueles que se encontrem nesta situação, seja a título pessoal/individual ou colectivo/empresas, podem usufruir de um ponto que está devidamente ressalvado na Legislação Portuguesa, onde se encontra consagrada a figura do “processo de insolvência”. Segundo aquele documento constitucional, a possibilidade de ser escrutinado legislativamente este estado visa essencialmente agilizar os mecanismos de conclusão deste decurso, a fim de que seja obtida a...

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Endividados: maioria já não tem solução

As famílias sobreendividadas podem recorrer a várias entidades para pedir ajuda, mas a verdade é que a maioria delas só pede ajuda quando já é tarde de mais e não há nada a fazer. Na primeira metade deste ano, a Deco recebeu seis mil pedidos de ajuda, mas só deu seguimento a 1.500 processos. As restantes 4.500 famílias já não tinham solução. Quando recebe um pedido de ajuda, o Gabinete de Apoio ao Sobreendividado (GAS) analisa o processo e decide se ainda é ou não possível reestruturar o crédito, explicou ao «i» Natália Nunes, responsável por este segmento. Para esses 4.500, o processo segue para tribunal. «Há situações em que já não podemos fazer nada, porque quando temos conhecimento do caso, as dívidas do crédito já são muito extensas. A família pode ir a tribunal e pedir a declaração de insolvência», diz. De acordo com a Deco, a maioria das famílias só recorre...

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Acesso ao crédito pode ficar mais difícil

No Boletim Económico do Verão, o Banco de Portugal (BdP) revela que há a "possibilidade das condições de acesso ao crédito serem significativamente mais restritivas". Recorde-se que desde que a crise financeira rebentou, em Setembro de 2008 – com a falência do Lehman Brothers – os bancos começaram a dificultar as condições de acesso ao crédito. Este cenário surge porque o risco dos clientes em deixarem de pagar o crédito aumentou (crise económica e taxa de desemprego a crescer) e porque os próprios bancos começaram a ter maiores dificuldades em acederem ao financiamento externo. Pelo que os montantes disponíveis para financiar diminuíram, logo os critérios de escolha tornaram-se mais...

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Aumenta a recuperação amigável de crédito

O malparado domina a situação económica mundial e tem especial reflexo em Portugal, uma das nações europeias com os números mais negros no que àquele dizem respeito. É cada vez mais complicado as empresas de crédito recuperarem os empréstimos quando se iniciam os primeiros incumprimentos, e as formas de reaverem as importâncias cedidas é uma acção dificílima. Face à nova e dura realidade que leva os clientes a deixarem de pagar as suas mensalidades, as entidades que financiam na área do crédito começam agora a optar por um novo caminho para voltarem a ter nos seus bolsos as quantias que pareciam perdidas. No entanto, ao contrário do que acontecia anteriormente, a via judicial já não está no topo das preferências, tendo estas sido transferidas para as acções extrajudiciais, ou seja, os acordos amigáveis e as renegociação de prazos e mensalidades. Embora não existam, ainda, números que dêem conta da verdadeira expressão da...

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Como resolver os seus problemas de crédito

A situação de endividamento do país e dos portugueses já é conhecida, não sendo novidade para ninguém que a falta de liquidez bancária dos cidadãos nacionais é um facto. Contudo, nem tudo será negativo, pois existem formas de contornar, ainda que ligeiramente, alguns dos obstáculos que se colocam no caminho de quem vê afectada a salubridade das suas finanças pessoais. Podem ser realizadas uma série de tarefas com vista a diminuir as dores de cabeça causadas pelo crédito, umas mais eficientes e imediatas que outras. Das diversas alternativas possíveis, destacamos seguidamente quatro acções que podem ajudá-lo a dormir mais descansado e menos preocupado com dívidas que eventualmente detenha. 1. Reduza despesas com a conta bancária Consulte o responsável e/ou gestor da sua conta bancária e informe-se sobre os custos que possam estar associados a esta. Se for esse o caso, pondere a opção de modificar o tipo de conta, nomeadamente para uma conta-ordenado....

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Os problemas dos cheques sem cobertura

Embora comece a ser cada vez menos normal o uso de cheques para efectuar pagamentos, a verdade é que este método ainda continua a ser usado com frequência em algumas acções, sobretudo no que diz respeito ao pagamento adiantado a terceiros por determinados serviços. Um bom exemplo disso é quando uma determinada empresa ou profissional exige uma nota de pagamento prévio e lhe solicita que passe os cheques previamente, com as datas de levantamento consoante os términos combinados. Nestes casos, a melhor opção é mesmo o cheque, uma vez que estes podem ser cancelados a qualquer altura, impedindo que sejam levantadas as suas importâncias se entretanto houver registo problemas. O costume enraizado do uso dos cheques começa, no entanto, a sofrer algumas alterações, porque agora, mais do que nunca, se pondera se terá ou não cobertura apesar de ter sido assinado. É que, mesmo com o nome lá inscrito, não significa...

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