Acesso ao crédito pode ficar mais difícil

No Boletim Económico do Verão, o Banco de Portugal (BdP) revela que há a "possibilidade das condições de acesso ao crédito serem significativamente mais restritivas". Recorde-se que desde que a crise financeira rebentou, em Setembro de 2008 – com a falência do Lehman Brothers – os bancos começaram a dificultar as condições de acesso ao crédito. Este cenário surge porque o risco dos clientes em deixarem de pagar o crédito aumentou (crise económica e taxa de desemprego a crescer) e porque os próprios bancos começaram a ter maiores dificuldades em acederem ao financiamento externo. Pelo que os montantes disponíveis para financiar diminuíram, logo os critérios de escolha tornaram-se mais...

continuar a ler...

Solução para crédito com nome no Banco de Portugal

A taxa de incumprimento no que diz respeito ao pagamento de créditos em dívida tem aumentado substancialmente nos últimos meses e o crédito malparado atingiu novos recordes no primeiro trimestre deste ano, prevendo-se que venha a aumentar nos próximos meses, sobretudo após o anúncio de aumento da carga fiscal. Em consequência, também é expectável que venha a crescer o número de pessoas na “lista negra” do Banco de Portugal (BdP), que só conseguirão obter novos créditos depois de “limpar” o seu nome nesta instituição. Apesar de não haver uma solução milagrosa para que volte a recuperar a credibilidade perante o BdP e as empresas de crédito, como alguns consultores anunciam nos vários meios de comunicação, há uma forma de poder voltar a usufruir de crédito: regularizar a sua situação. É verdade, não existe nenhum Santo Graal que miraculosamente recupere o seu “bom nome”. Isso apenas é possível quando volta a ser...

continuar a ler...

PEC traçado por José Sócrates penaliza as famílias portuguesas

Governador diz queo PEC traçado por José Sócrates penaliza as famílias portuguesas

Banco de Portugal traça quadro pouco animador para o País ,PEC rouba poupança das famílias

As medidas definidas pelo Governo no Programa de Estabilidade e Emprego (PEC) vão ser sinónimo de perda do poder de compra e de estagnação salarial das famílias. A poupança vai cair e o mercado laboral vai continuar a degradar-se por pelo menos mais um ano. Este é o cenário negro traçado pelo Banco de Portugal (BdP) no Boletim Económico da Primavera para os próximos dois anos. Segundo a análise da autoridade monetária, o consumo 'deverá registar forte desaceleração ao longo de 2010 e baixo crescimento em 2011', o que terá como reflexo 'uma estabilização da taxa de poupança das famílias em cerca de 7% do rendimento disponível em 2010 e 2011'. Isto quando no ano passado a taxa se situava nos 8,6%.A autoridade presidida por Vítor Constâncio...

continuar a ler...